Evolução da linha de produção

A evolução do processo de produção pode ser divido historicamente em etapas concretas e bem definidas:
• Processo agrícola e manual: neste caso, a referência é sobre produção artesanal de produtos, o que implica que uma única pessoa realize o trabalho de produção. Este sistema é muito lento e em consequência, caro se comparado com os sistemas de produção posteriores.
• Revolução industrial: caracteriza-se por uma mudança nos modelos de produção ao introduzir o uso de máquinas nos processos de fabricação.
• Taylorismo e Fordismo: Frederic W. Taylor foi um engenheiro e economista norte americano que, depois de estudar os processos de fabricação, chegou à conclusão de que deveriam ser tratados como uma ciência. A partir de então surgiu a divisão do trabalho, que serviria para aumentar a quantidade e a velocidade de bens de consumo produzidos. Anos mais tarde, Henry Ford aplicou o método de Taylor à produção em série do seu veículo modelo T, o que supôs a expansão do automóvel e a implementação final do sistema de divisão do trabalho nos processos de produção.
• Administração e produção de operações: a partir da segunda metade do século XX, o modelo fordista parecia ter esgotado a sua capacidade de oferecer novos produtos. Isso fez com que a indústria ampliasse os seus horizontes com uma variedade muito maior de produtos e com produtos muito mais personalizados.
• Toyotismo ou Metodologia Lean: esta última fase da evolução do processo de produção recebe o seu nome de Toyota, a empresa que a idealizou. Consiste em eliminar qualquer elemento desnecessário ou supérfluo da linha de montagem permitindo otimizar muito mais os recursos. Entretanto, isto requer um controlo e um conhecimento praticamente absoluto da linha de montagem ou o sistema entrava em colapso.
• Automatização: é a resposta que se desenvolveu para poder realizar processos de fabricação muito mais eficientes e que reduzam a presença de elementos desnecessários, como propunha o Toyotismo. A automatização consiste em implementar a tecnologia e a maquinaria necessária para que os processos de fabricação se realizem por si mesmos, reduzindo na maior quantidade possível a necessidade da presença humana no processo.
• Indústria 4.0 e IIOT: deste modo nasce a Indústria 4.0, que é aquela que utiliza o IIoT ( a Internet of Things aplicada ao ambiente industrial) para criar uma linha de montagem onde todos os elementos implicados estão em continuo processo de comunicação entre si, o que permite processos automáticos que desenvolvam de forma eficiente a fabricação e a solução de problemas quando estes acontecem.
Deste modo, a implementação destes sistemas é associada a melhores resultados tanto na perspectiva do fabricante como do consumidor final.


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